Abre quando travar numa palavra. Cada termo tem o que significa em uma frase + o bloco QUANDO IMPORTA mostrando em qual decisão da campanha ele aparece de verdade.
Os conceitos fundamentais que vêm antes de tudo. Sem isso aqui claro, o resto é chute.
5 níveisModelo de Eugene Schwartz que divide os leads em 5 níveis de consciência sobre o problema e a solução. Vem do livro Breakthrough Advertising (1966) — base de todo direct response moderno.
Os 5 níveis: Inconsciente, Consciente do Problema, Consciente da Solução, Consciente do Produto, Mais Consciente.
Lead não sabe que tem o problema. Não digita nada relacionado no Google. Esse lead mora no Instagram/TikTok (interrupção), não na busca.
Lead sente o sintoma. Quer ENTENDER o que está acontecendo. Busca explicação, não solução ainda.
Exemplos de busca: burning feet at night, why my memory is getting worse, knee pain when sleeping.
Lead já entendeu o problema. Busca um TIPO de solução — natural, caseira, sem médico. Ainda não sabe nome de marca.
Exemplos: natural treatment for nerve pain, supplement for memory loss, vitamin for joints.
Lead conhece marcas. Pesquisa reviews, "vs", reclamações, comparações. Território do produtor.
Pronto pra comprar. Busca comprar [marca], site oficial, cupom, discount code.
Princípio central do Schwartz: a copy não cria desejo, ela conecta o desejo que já existe na cabeça do lead com o produto.
Seu anúncio precisa CONTINUAR uma conversa interna que o lead já está tendo — não começar uma nova.
O momento em que o anúncio encontra a cabeça do lead. É onde tudo se decide. Se o anúncio bate com a conversa interna, há contato. Se não bate, o lead nem registra.
A pessoa específica pra quem você está vendendo. Não é "as pessoas" — é UMA pessoa com nome imaginário, idade, dor, medo, contexto.
Exemplo: "Margaret, 58 anos, mora no Texas. Tem neuropatia há 6 anos. Dorme mal porque o pé queima de madrugada. Já testou cremes, nada funciona. Tem medo de ficar pior."
A ideia central da oferta — uma frase que captura por que ESSE produto é diferente. Não é o produto, é o conceito.
Exemplo: "A neuropatia não é dano no nervo — é uma enzima específica que ataca a bainha do nervo à noite." A big idea cria a curiosidade que segura o lead.
O "porquê" único do produto. Não é só "esse remédio resolve dor" — é "esse remédio resolve a dor porque ataca a enzima X que estava destruindo a bainha do nervo".
O mecanismo faz a pessoa acreditar que dessa vez é diferente.
O motivo lógico que a pessoa precisa pra justificar a compra emocional. Sem reason why, ela compra com culpa. Com reason why, ela compra com orgulho.
Exemplo: "É o único método que ataca a causa raiz e não os sintomas — por isso funciona mesmo quando os outros falharam."
DRTipo de marketing focado em resposta imediata e mensurável: a pessoa vê o anúncio, clica, lê a página, compra. Sem branding, sem awareness — só conversão.
É o oposto de "marketing de marca". O afiliado é 100% direct response.
Conceito que organiza toda copy: você só consegue conduzir o leitor de UMA crença atual pra UMA nova crença por vez. Não tenta mudar 3 crenças ao mesmo tempo — ele não te acompanha.
O resultado específico que o produto entrega, em uma frase com PRAZO e RESULTADO claros. "Dormir a noite inteira em 14 dias" é promessa. "Melhora sua saúde" não é.
Promessa vaga = sem promessa.
A estrutura invisível por trás de toda campanha que vence. Sem isso definido, nenhuma otimização técnica salva.
O estado mental do lead quando ele busca no Google. 4 possíveis: Dor, Medo, Solução, Curiosidade. Você escolhe UM por campanha. Não mistura.
Lead está sentindo o problema agora. Quer alívio imediato. Não está pensando em prevenção nem em causa — só em parar a sensação.
Buscas típicas: my back hurts so bad I can't sleep, burning feet at night relief.
Lead está vendo o problema avançar. Tem medo do futuro. Pensa em consequências: "vou ficar pior", "vou perder algo".
Buscas típicas: will neuropathy get worse, can tinnitus cause deafness.
Lead já entendeu o problema. Já tentou algumas coisas. Falhou. Procura ALTERNATIVA — geralmente natural, caseira, sem prescrição.
Buscas típicas: natural alternative to metformin, how to reverse nerve damage at home.
Lead ainda investigando. Não está em crise. Quer ENTENDER. Lê artigos, vê vídeos, pesquisa pesquisas recentes.
Buscas típicas: new tinnitus research 2026, why do nerves regenerate.
A forma como você fala com o lead na página/advertorial. É o "como" da campanha — o cluster é o "quem".
Ângulos clássicos: "a raiz invisível do problema", "o que o médico não te conta", "a história de quem reverteu sozinha", "por que os remédios falham".
métodoO método ProStart. 5 etapas em ordem:
Cluster → Hook → Estrutura → Sinergia (Congruência) → Scale (Escala).
estrutura da páginaA estrutura de toda landing page ProStart, em 5 blocos:
Dobra 1 · Impacto — primeira tela, o teste de 3 segundos.
Dobra 2 · Identificação — "essa pessoa é eu".
Dobra 3 · Autoridade — quem fala, por que confiar.
Dobra 4 · Mecanismo — explicação simples + introdução do como.
Dobra 5 · Ação — CTA claro pra VSL.
O primeiro pedaço da página — o que aparece ANTES do scroll. Tem 3 elementos obrigatórios: H1 que reflete o anúncio, H2 que gera emoção do cluster, e visual WTF.
Onde o lead se reconhece. Lista sintomas, situações, dores específicas. O objetivo é uma única reação interna: "isso aqui é eu".
Geralmente usa formato de lista de bullets ou pequenos parágrafos com situações concretas do dia-a-dia.
Quem está falando e por que ela tem direito de falar disso. Pode ser estudo científico, citação médica, autoridade pessoal de quem viveu o problema.
A explicação simples do PROBLEMA + introdução parcial do mecanismo da solução. Não revela tudo — gera curiosidade pra VSL.
O CTA final. Claro, específico, com leve urgência. Empurra a passagem pra VSL.
Call to ActionO texto + botão que pede a ação. Deve ser específico ao gatilho da dobra — não genérico.
Ruim: "Saiba mais", "Clique aqui", "Veja a apresentação". Bom: "Veja por que sua dor piora à noite", "Descubra o que a Mary fez aos 67 anos".
Tudo que acontece depois do clique. Onde a campanha se prova ou se queima.
Landing PageA página onde o lead cai depois de clicar no anúncio. NÃO é o site da marca — é uma página única, com um objetivo único: levar pra próxima etapa (geralmente VSL).
Video Sales LetterVídeo de vendas longo, geralmente narrado, que conta uma história, apresenta o problema, oferece o produto. Pode ter 20, 40, 60 minutos.
É onde a venda acontece de verdade no mercado nutra. A VSL vem do produtor pronta — você não muda.
= AdvertorialA página entre o anúncio e a VSL — geralmente em formato de artigo de revista. Não vende direto, "aquece" o lead pra VSL.
É onde o ângulo da campanha se materializa em texto.
Sinônimo de presell. Página em formato editorial — parece artigo, mas é venda. Headline, autor com cara de jornalista, parágrafos, foto.
Página intermediária que "faz a ponte" entre o anúncio e a oferta principal. Pode ser presell, quiz, ou página de captura. Mesma função: aquecer.
Página de captura de e-mail. Pede o e-mail em troca de algo (e-book, vídeo, desconto). Geração de lista, não venda direta.
= primeira dobraTudo que aparece na tela ANTES do lead dar scroll. Vem da era do jornal impresso (a parte de cima do jornal dobrado, que aparecia na banca).
O título principal da página — o maior, que aparece em cima. É a primeira coisa que o lead lê depois do clique.
O subtítulo logo abaixo da H1. Função: gerar emoção do cluster (curiosidade, dor, autoridade ou desejo). Não afirma — provoca.
A imagem da primeira dobra. Deve fazer o lead pausar e olhar — "que diabos é isso?". Pessoa real fazendo algo inesperado, close em parte do corpo, comparação estranha.
Quando o lead clica no anúncio, cai na página e sai em segundos sem interagir. Bounce rate = porcentagem de pessoas que fazem isso.
LP × VSLQuando busca + anúncio + página + VSL falam a mesma língua, prometem a mesma coisa, no mesmo tom. Mesma conversa, do começo ao fim.
VSLOs primeiros 0-15 segundos da VSL. Captura atenção. Promessa absurda, pergunta retórica ou cena impactante. O lead decide AQUI se fica.
VSLO bloco depois do hook onde se conta a história — geralmente do narrador, ou de quem viveu o problema. Cria identificação emocional.
VSLA parte da VSL onde o produto é apresentado. Geralmente vem depois do mecanismo, na segunda metade do vídeo.
VSLO momento em que tudo que vai junto na oferta é empilhado pra mostrar valor: produto principal + bônus 1 + bônus 2 + garantia. "Tudo isso por $X".
VSLO fechamento da VSL. CTA final, urgência, garantia, repetição da oferta. Onde a venda se confirma ou se perde de vez.
One Time OfferOferta adicional depois da compra inicial. "Você acabou de comprar X, quer Y também por $Z?". Aparece uma vez só (One Time Offer) e geralmente não volta.
Oferta pequena que aparece no checkout — geralmente uma caixinha "adicionar X por mais $Y". Não é upsell pleno, é um adicional rápido.
Quando o lead recusa o upsell, oferece uma versão mais barata. "Não quer 6 frascos? Que tal 3?". Recupera parte da margem perdida.
A primeira venda na funil — o produto principal pelo qual o lead converte. É o que aparece no anúncio.
Tudo que vem depois da venda inicial: upsells, downsells, e-mails de relacionamento, novos produtos. Onde a margem do afiliado mora de verdade em ofertas com backend forte.
A plataforma e suas peças. Onde a campanha vive.
A plataforma de anúncios do Google. Engloba: Search (busca), Display (banners em sites), YouTube, Shopping, Discovery, Performance Max, IA Max.
No ProStart, o foco é Search com IA Max.
Rede de PesquisaOs anúncios que aparecem em texto no topo dos resultados do Google quando alguém pesquisa. É a base do tráfego de afiliado em busca.
Rede de DisplayOs anúncios em banner que aparecem em sites parceiros do Google. Geralmente NÃO usado por afiliado iniciante — tráfego frio demais.
AI Max for SearchA versão nova das campanhas de Search no Google Ads, com inteligência artificial decidindo a quem mostrar o anúncio baseado em comportamento (não só termo).
A IA lê o histórico de pesquisa do lead, identifica quem está "quente" pra compra vs "frio", e entrega o anúncio pra quem tem mais chance de converter.
Modo do IA Max onde o algoritmo decide tudo sem precisar de palavra-chave específica. A IA pega o sinal do anúncio + página + comportamento.
Modo do IA Max onde o algoritmo usa palavras-chave como ponto de entrada, mas com correspondência ampla (broad match).
Correspondência amplaTipo de palavra-chave que pega muitas variações. Você coloca "neuropatia" e o Google mostra também pra quem buscou "dor no pé", "formigamento" etc.
Correspondência de fraseTipo de palavra-chave que pega buscas que CONTÉM a frase, na ordem. "neuropathy treatment" pega "natural neuropathy treatment" mas não "treatment for neuropathy".
Correspondência exataTipo de palavra-chave que pega só buscas idênticas (com pequenas variações tipo singular/plural). Mais controle, menos volume.
Palavras-chaveAs palavras que você diz pro Google ativar seu anúncio. Em IA Max, são pontos de ENTRADA — a IA expande a partir delas baseada em comportamento.
Termos de PesquisaAs palavras EXATAS que as pessoas digitaram antes de clicar no seu anúncio. Não é o mesmo que palavras-chave — search terms são o que o usuário escreveu, palavras-chave são o que VOCÊ definiu.
Em IA Max, esse relatório deixa de contar boa parte das vendas: a IA atribui muitas conversões a sinais de comportamento e não a um termo específico, então o número que aparece aqui fica menor que a venda real.
Índice de QualidadeNota de 1 a 10 que o Google dá ao seu anúncio. Quanto maior, mais barato fica o clique e mais o Google quer mostrar.
3 componentes: relevância do anúncio, CTR esperado, experiência da página de destino.
Parcela de ImpressõesDe todas as buscas que poderiam mostrar seu anúncio, em quantas ele realmente apareceu. 100% = você apareceu em todas.
Relatório que mostra com quem você está competindo no leilão. Quais outros anunciantes estão aparecendo nas mesmas buscas, e com que frequência cada um aparece acima de você.
Grupo de AnúnciosConjunto de anúncios + palavras-chave dentro de uma campanha. Permite organizar variações temáticas. Em IA Max simplificou — geralmente 1 ad group por campanha.
CampanhaO contêiner principal. Tem orçamento, estratégia de lance, geo, segmentação. Dentro dela ficam os ad groups, que contêm os anúncios.
Cada peça que compõe um anúncio: headline, descrição, sitelink, callout, imagem. No anúncio responsivo (RSA), o Google mistura assets pra criar combinações.
Responsive Search AdAnúncio responsivo. Você fornece até 15 headlines + 4 descrições, e o Google rotaciona/combina automaticamente. Padrão atual no Google Ads.
Ad HeadlinesOs títulos dos anúncios. Em RSA, você cria até 15 — o Google escolhe combinações de 3 pra mostrar. Cada headline tem até 30 caracteres.
Ad DescriptionsOs textos descritivos que aparecem abaixo do título no anúncio. Em RSA são até 4, com 90 caracteres cada.
Links adicionais que aparecem abaixo do anúncio principal. Geralmente apontam pra outras páginas do mesmo site. Aumentam o "tamanho visual" do anúncio na busca.
Pequenas frases curtas (até 25 caracteres) que aparecem como destaques abaixo do anúncio. "Frete grátis", "Garantia 90 dias". Não são clicáveis — só reforçam.
Listas curtas categorizadas que aparecem no anúncio. "Tipos: A, B, C". Mostra variedade do que você oferece.
Saber o que cada sigla significa é o que separa quem decide de quem chuta.
Click Through RatePorcentagem de pessoas que viram o anúncio e clicaram. Se 5 de 100 clicaram, CTR = 5%.
Cost Per ClickQuanto você paga, em média, por cada pessoa que clica. CPC × cliques = gasto total da campanha.
Cost Per MilleCusto por 1000 impressões. Usado mais em Display/YouTube do que em Search. Em IA Max raramente é a métrica de otimização.
Cost Per Acquisition o que você PAGAQuanto custa pra VOCÊ fazer UMA venda — ou seja, quanto o Google te cobrou em anúncio até converter um cliente. Se gastou $50 em ads e gerou 1 venda, CPA do Google = $50.
É o seu CUSTO. Toda decisão de escala depende desse número.
comissão fixa o que você RECEBEQuanto o PRODUTOR (ou a rede de afiliados) te paga por cada venda confirmada. É a sua COMISSÃO no modelo CPA. Valor fixo, definido na oferta. Ex: parceria Tiger paga $200 por venda, parceria Fenix paga $200, GEX paga $200.
Importante não confundir com o CPA do Google: um é o que você paga ao Google em anúncio, o outro é o que você recebe do produtor pela venda.
Revenue Share / % da vendaModelo de comissão alternativo ao CPA. Em vez de receber um valor fixo por venda, você recebe uma porcentagem da receita gerada (geralmente entre 50% e 90% do valor de venda).
Vantagem: em ofertas com upsell, bump e backend forte, RevShare pode pagar muito mais que CPA — porque você ganha % de TUDO que o cliente comprou, não só da primeira venda.
qual escolherA diferença mais importante entre os dois modelos:
CPA — valor fixo, recebido na hora da venda. Se o cliente devolver, a comissão já é sua, não devolve. Mais previsível pra calcular ROAS e escalar campanha.
RevShare — % da venda, geralmente maior que CPA inicial, mas se o cliente devolver ou fizer chargeback, você devolve a comissão também. Pode pagar muito mais no longo prazo se a oferta tiver backend (upsells, recompras).
Return On Ad SpendPra cada $1 gasto em anúncio, quanto voltou em receita. ROAS 2 = pra cada $1 que entrou, voltou $2.
ROAS < 1 = perdendo. ROAS = 1 = empatou. ROAS ≥ 2 = lucrando bem (depende da margem).
Return On InvestmentRetorno sobre investimento em PORCENTAGEM. Diferente de ROAS que é em múltiplo. ROI 100% = dobrou o investimento. ROI -20% = perdeu 20%.
Average Order ValueValor médio do pedido — quanto cada cliente gasta em média na compra. Sobe com upsell, bump e downsell.
Earnings Per ClickQuanto cada clique gera de receita em média. Métrica usada nas redes de afiliado (ClickBank, BuyGoods) pra comparar ofertas. EPC alto = oferta que monetiza bem.
Taxa de ConversãoPorcentagem de cliques que vira venda. Se 100 cliques geraram 2 vendas, taxa = 2%.
No mercado nutra US em Search/IA Max, taxa entre 0.5% e 3% é normal — varia muito por nicho e oferta.
Lifetime ValueQuanto um cliente gera ao longo de toda a relação. Inclui compra inicial + recompras + upsells + indicações. Afiliado raramente tem LTV — geralmente fica só com a primeira compra.
O que o afiliado recebe por venda. No nutra geralmente é 70% a 90% do valor de venda. Pago pelo produtor via ClickBank, BuyGoods etc.
Receita líquida — o que sobra depois de descontar gastos. Net = Gross - refunds - chargebacks - taxas.
Receita bruta — o total vendido antes de descontar qualquer coisa.
Taxa de ReembolsoPorcentagem de vendas que vira devolução. No nutra US fica geralmente entre 5% e 15% — depende da oferta e da garantia.
Quando o comprador contesta a cobrança no cartão. Pior que refund — afeta a saúde da conta do produtor e pode afetar você também se for o afiliado responsável.
O que sobra de cada venda depois de descontar custo de ad. Margem = (Comissão - CPA) / Comissão.
Margem 50% significa: pra cada $100 de comissão, $50 sobram. Margem boa pra escalar fica acima de 30%.
As regras invisíveis que decidem se seu anúncio roda ou não.
Dizer pro Google "não mostra meu anúncio pra quem buscar isso aqui". Funciona em 3 níveis: frase, exata, broad.
O Google não mostra o anúncio quando a busca CONTÉM aquela sequência exata de palavras. Mais comum. Bloqueia termos próximos sem ser radical demais.
O Google só bloqueia quando a busca É exatamente aquela palavra/frase. Mais cirúrgico. Bom pra nomes de medicamento ou marca.
Bloqueio amplo — qualquer busca que contenha qualquer palavra da lista é bloqueada. Geralmente quebra mais que ajuda.
Status do anúncio = "Aprovado com limitação". O anúncio RODA, mas com alcance reduzido. Geralmente por copy considerada "clickbait leve" ou linguagem sensacional.
Status do anúncio = "Reprovado". O anúncio NÃO roda. Diferente de LIMITA. Precisa corrigir antes que volte a aparecer.
Termo do Google pra anúncios que prometem demais. "Você não vai acreditar...", "Truque secreto...", uso excessivo de exclamação. Pode gerar LIMITA ou REPROVA.
Linguagem sensacionalista — exagero emocional sem prova. Geralmente alvo de LIMITA.
Categoria do Google pra anúncios que enganam sobre o produto/oferta. Sério — geralmente gera REPROVA pesada e pode afetar a conta toda.
Afirmação duraAfirmação que promete resultado específico sem ressalva. "Cura a neuropatia em 30 dias". Quase sempre gera REPROVA no Google.
Afirmação suaveAfirmação suavizada. "May help support nerve health" em vez de "Cure nerve damage". Passa pelo compliance mantendo a mensagem.
Conjunto de regras que o Google e as redes obrigam você a seguir. Não pode prometer cura. Não pode citar marca de medicamento. Não pode usar nome de celebridade. Não pode mencionar diretamente certas doenças.
Aviso legal na página: "resultados variam", "não é destinado a diagnosticar/tratar", "consulte seu médico". Obrigatório no nutra US.
Quando o Google submete o anúncio a revisão humana — geralmente em nichos sensíveis (saúde, financeiro). Pode demorar dias.
O documento oficial com as regras. Categorias principais que afetam nutra: Healthcare and medicines, Misleading content, Inappropriate content, Sensitive events.
Palavras que disparam revisão automática de compliance. No nutra US: cure, heal, reverse, eliminate, guarantee, miracle, breakthrough, secret, FDA-approved, doctor-recommended, nomes de medicamentos (Metformin, Ozempic), nomes de doenças (cancer, diabetes em contexto curativo), nomes de celebridade.
Como o Google "sabe" que aconteceu uma venda. Sem isso funcionando, todo o resto é cego.
No ProStart, conversão = venda confirmada. Não é checkout aberto, não é página de obrigado vista. É venda fechada.
O mesmo dado de conversão aparece nos dois lugares — mas em IA Max, Search Terms mostra um número MENOR que a realidade.
Por quê: o Google não atribui toda venda a um termo de busca específico em IA Max (a IA usa múltiplos sinais). Por isso a contagem real fica em Keywords.
A página onde a pessoa coloca cartão pra comprar. Quem chega no checkout ainda não comprou — só está perto.
Evento que dispara quando o lead começa o processo de pagamento. Útil pra diagnosticar gargalo: muita gente chegando no checkout mas não fechando? Problema na página de pagamento.
Termo informal usado pra dizer que o lead avançou no funil. Pode significar chegar no checkout, iniciar VSL, ou converter — depende do contexto.
O código que avisa o Google quando aconteceu uma ação (clique, checkout, venda). Fica embutido na página do produtor. Sem pixel funcionando, você tem venda e o Google não sabe.
= Server-Side TrackingVersão "do servidor" do pixel. Em vez de o navegador disparar a conversão, o servidor do produtor manda pro Google. Mais confiável, sobrevive a bloqueadores de cookie.
Urchin Tracking ModuleParâmetros adicionados na URL pra identificar a origem do tráfego: ?utm_source=google&utm_campaign=neuro. Permite que você e o produtor identifiquem qual campanha trouxe a venda.
Como o Google decide qual anúncio "ganha o crédito" pela venda. Em IA Max usa atribuição baseada em dados — pode levar até 72h pra a venda aparecer no painel.
As primeiras 48-72h em que a IA está testando pra quem mostrar o anúncio. Nesse período, os números são instáveis.
Termo em inglês pra aprendizado de campanha. Aparece no painel quando o algoritmo ainda está calibrando.
Conversão atribuída a alguém que VIU o anúncio mas não clicou — comprou depois por outro caminho. Mais comum em Display. Em Search/IA Max é raro.
Ferramenta externa que mede tráfego e conversão de forma independente do Google. Permite testes A/B mais detalhados, controle de custo por campanha. Exemplos: Cake, Voluum, RedTrack, BeMob.
Visualização de em quais horas/dias as conversões acontecem. Mostra se a venda está concentrada em algum horário específico ou se espalha pelo dia inteiro.
As alavancas que controlam volume, custo e crescimento.
Estratégia de LanceComo o Google decide quanto cobrar por cada clique. Existem várias: Manual CPC, Maximize Conversions, Target CPA, Target ROAS, Maximize Clicks etc.
No ProStart com IA Max, geralmente Maximize Conversions ou Target ROAS.
Família de estratégias de lance automatizadas onde o Google usa machine learning pra decidir o lance de cada leilão em tempo real. Inclui Target CPA, Target ROAS, Maximize Conversions.
Estratégia onde o Google maximiza o número de conversões dentro do orçamento. Não controla CPA — o Google pode aumentar o custo por venda pra trazer volume.
Como Maximize Conversions, mas otimiza pelo VALOR das conversões, não quantidade. Útil quando ofertas têm valores diferentes (upsells, bumps).
tCPAVocê diz quanto está disposto a pagar por venda, e o Google ajusta os lances pra ficar perto desse alvo.
tROASVocê diz qual retorno quer (ex: 200% = ROAS 2), e o Google ajusta lances pra atingir esse alvo. Funciona quando a campanha tem volume de conversão consistente.
Você define manualmente o lance máximo por clique. Mais controle, mas o Google trabalha menos a favor. Pouco usado em IA Max.
OrçamentoQuanto a campanha pode gastar por dia. O Google pode ultrapassar em até 2x num dia específico, mas equilibra na média mensal.
Estratégia de ajustar o orçamento pra controlar volume de clique sem mexer em copy ou cluster. É a principal alavanca de sobrevivência no D1.
Budget de testeO orçamento inicial pequeno usado pra validar campanha. Geralmente o suficiente pra gerar 100-200 cliques antes de decidir escalar ou desligar.
Aumentar progressivamente o orçamento de uma campanha que já está provada. Não é simplesmente "subir budget" — é subir mantendo ROAS.
Limite de quantas vezes a mesma pessoa pode ver o seu anúncio. Mais relevante em Display/YouTube do que em Search.
Os sinais que o Google considera pra decidir lance: dispositivo, horário, localização, histórico do usuário, contexto da busca. Em IA Max esses sinais são processados automaticamente.
Período inicial em que você sobe o orçamento gradualmente até o nível desejado. Evita o choque que reseta o aprendizado.
Pra quem mostrar, onde mostrar, quando mostrar. As alavancas finas de otimização.
Configuração que define onde o anúncio aparece. Em vez de mostrar pros EUA inteiros, você mostra só nos condados que historicamente convertem melhor.
Subdivisão geográfica dentro de um estado nos EUA. Granular o suficiente pra otimização. O Google Ads permite incluir/excluir lance por condado individualmente.
Código postal americano. Granularidade ainda mais fina que condado. Usado em campanhas avançadas que querem foco muito específico.
Designated Market AreaRegião de mercado definida pela Nielsen — agrupa cidades por área de cobertura de TV. Útil pra entender comportamento regional. Mais usado em mídia tradicional, pouco em Search.
Configuração que permite ajustar lance ou excluir por dispositivo: mobile, desktop, tablet. No nutra US, 80%+ do tráfego é mobile.
Hour-of-day reportRelatório que mostra em quais horas do dia sua campanha gasta e converte. Geralmente revela que conversões se concentram em algumas faixas (manhã, fim de tarde, noite).
Relatório que mostra performance por dia da semana. Sábado e domingo costumam ter perfil diferente de tráfego.
Configuração que permite mostrar o anúncio só em determinados dias/horários. Ex: pausar entre 00h e 06h. Útil quando o heatmap mostra desperdício claro.
Segmentação por perfil de audiência do Google: in-market, affinity, demographic, custom. Mais relevante em Display/YouTube. Em Search/IA Max, a IA decide isso automaticamente.
Dados demográficos: idade, gênero, status parental, renda familiar. Em IA Max o Google ajusta automaticamente baseado em conversão.
Configuração que define em quais idiomas o anúncio aparece. Pra mercado US, geralmente "English" — mas tem mercado Hispanic dentro dos EUA também.
Termo interno ProStart pros condados que historicamente convertem melhor em campanhas de nutra US. Lista que se ajusta por nicho (peso, neuropatia, tinnitus tem listas diferentes).
Onde os produtos moram, onde a sua operação acontece, quais as ferramentas que a Annie e o ProStart usam.
Pessoa que vende produto dos outros pela internet e ganha comissão por venda. Não fabrica nada — só conecta a pessoa certa ao produto certo, usando tráfego pago.
O mercado de suplementos vendidos online: cápsulas pra dormir, perder peso, dor no joelho, memória, neuropatia etc. Mercado maduro, com volumes altos e ofertas validadas.
Uma das principais plataformas de afiliados americanas. Tem catálogo de produtos digitais e físicos (inclusive nutra). Métricas visíveis: gravity, EPC, comissão.
Plataforma de afiliados especializada em ofertas de e-commerce e nutra. Muito usada por afiliados de tráfego pago. Geralmente trabalha com VSLs longas e ofertas com backend forte.
Plataforma de afiliados europeia. Tem variedade de ofertas digitais e nutra. Bom catálogo pra mercados além dos EUA.
Plataforma brasileira de produtos digitais. Tem ofertas de afiliado também. Mais focada em mercado BR e LATAM. ProStart vende cursos via HotMart também.
Plataforma de pagamento usada em algumas ofertas internacionais. Pouco usada em comparação com ClickBank e BuyGoods no nutra US.
Player de vídeo usado nos VSLs. Mede até que segundo cada pessoa assistiu, quando saiu, onde pausou.
O SaaS da ProStart — gerador/construtor de páginas. Nome interno: Nutra Page Builder. Nome público: ProStart Funnel.
Copiloto de IA da ProStart pra análise de campanha. Você passa dados, ele aponta o que está fora do padrão.
Agente de IA mensal ProStart pra estudo. Diferente do James Analyser. Ajuda em dúvidas teóricas do método, revisão de copy, brainstorm.
Ferramenta parceira do ProStart pra proteção de campanha — capta suas conversões e envia pro Google, bloqueia cliques fraudulentos, IPs suspeitos, bots e ainda protege sua página. Economiza orçamento que iria pra ralo.
Newsletter semanal do ProStart com novidades, casos de aluno, atualizações do mercado nutra. Em jornaldoafiliado.com.br.
Tier avançado do ProStart pra alunos que já operam e querem estratégias além do básico.
A mentoria oficial da ProStart — cronograma de execução acompanhada, com foco em fazer o aluno subir campanha real do zero. Modelo "mãos dadas" entre time e aluno até a primeira campanha rodando com retorno.
Evento presencial/intensivo de 2 dias da ProStart, focado em subir campanha real apoiada em base de dados consolidada do ecossistema. Aluno sai com o método aplicado, campanha viva e clareza do que estava errando antes.
Cake / Voluum / RedTrackFerramenta de tracking independente do Google. Mede tráfego, conversão e custo por fonte. Permite testes A/B detalhados. Mais usado por afiliado intermediário/avançado.
Não decora esse glossário — usa.
Toda vez que travar numa palavra durante o aulão, dentro do app, ou no painel do Google Ads, volta aqui. Em 6 meses, você vai abrir cada vez menos. Em 1 ano, vai abrir só pra revisar uma definição de vez em quando.
— Mãe do Tráfego